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5 dicas para fugir dos charlatões do SEO

Conhecida como “resource intensive” a atividade SEO consiste na concepção e montagem de sites, não a fórmulas mágicas. Esse é exatamente o foco da matéria “5 dicas para fugir dos charlatões do SEO”, publicada na INFO Online no último dia 04 de maio.

A reportagem aborda o fenômeno da interação entre buscadores e browsers, e como a otimização de sites – SEO acabou se tornando uma estratégia indispensável para as empresas que buscam mais que um simples site, e sim, um posicionamento de destaque na internet através dos grandes buscadores como Google, Yahoo! e Live Search.

Porém, para alcançar o sucesso é preciso investir em algumas técnicas de SEO e seguir as boas práticas estabelecidas pelos grandes buscadores citados anteriormente. Portanto, a reportagem lista 5 dicas para você identificar empresas ou profissionais que prometem fórmulas mágicas, com preços baixos e resultados imediatos... Parece ótimo! Mas no final das contas, o barato pode custar caro para sua empresa. Confira abaixo as 5 dicas:

1 – Sua empresa no topo do Google

Se alguém prometer que, após o trabalho, basta jogar a palavra ‘pizza’ no Google para que o seu promissor negócio de bairro apareça entre os primeiros resultados, é melhor usar o dinheiro para contratar outro pizzaiolo. Não existem garantias para qualquer trabalho de SEO. É certo que ele vai melhorar sua posição e fará com que o internauta que o procurar não tenha uma decepção. Mas as garantias param por aí. Primeiro lugar no Google, só se você for dono da Pizza Hut.

2 – O barato sai caro

Só porque a maioria das boas práticas para melhorar o posicionamento está disponível na internet, um trabalho de SEO não é barato e rápido. Vai depender de cada trabalho. Se o site é bem recente ou está começando do zero, pode ser mais ágil. Mas se a base de conteúdo é extensa e demanda horas e mais horas de trabalho, fica difícil pensar num preço muito baixo. Quer um exemplo? Uma das técnicas é a presença de palavras chave no ‘title’ da página. Se um site possui um histórico de 500, mil páginas que precisam ser alteradas... Calcule o tempo necessário para fazer as alterações. Na dúvida, é melhor dar uma bela pesquisada de preço antes de fechar com o seu consultor.

3 – Mudar é preciso

Desconfie de qualquer empresa de SEO que afirme que vai aumentar seus acessos de buscadores sem que isso envolva mudar aspectos, como código, estrutura de navegação, escrita de conteúdo em seu site. É preciso reescrever o conteúdo que não esteja de acordo com as técnicas para que o robozinho do buscador identifique seu site. O mesmo vale para estrutura de código, elementos que facilitam a navegação etc.

4 – Fórmula secreta

Vale a pena perguntar qual a metodologia utilizada pelo consultor de SEO. Se a resposta for algo parecido a “usamos técnicas proprietárias e secretas. Este é o nosso diferencial num mercado cheio de aproveitadores”, é melhor ficar com um pé atrás. É bem provável que ele seja mais um dos aproveitadores que estão inchando o tal mercado. "A atividade de SEO é conhecida como "resource intensive" e está ligada à concepção e montagem de sites, não a fórmulas mágicas", diz Ricardo Maekawa, gerente de produtos responsável pela área de SEO da Abril Digital.

5 – Dispense o chapéu preto

Lembra do primeiro tópico, sua empresa no topo do Google? Existem, na verdade, algumas formas de conseguir aparecer no topo dos resultados. Quem te prometer isso, você resolver arriscar e, de um dia para o outro, seu site aparecer bem ranqueado, prepare-se. Não para ganhar muito dinheiro, mas para ser condenado ao eterno esquecimento. Os algoritmos dos buscadores são bem – e cada vez mais – preparados para identificar técnicas ilegais de SEO. Basicamente, elas usam os métodos comuns, mas com resultados multiplicados em muitas vezes por meio de robôs, fakes e inserção de malware. As consequências são catastróficas. O buscador te joga numa blacklist e o seu domínio some do mapa. O trabalho para conseguir tirá-lo envolve uma carta de desculpas e muita reza-braba.

O mais sem graça dos exemplos é o uso de palavras escondidas no site. Imagine uma farmácia que possui um conteúdo visível sobre remédios numa página de fundo vermelho. Escondidas, no mesmo tom de vermelho, aparecem palavras de apelo sexual, normalmente ligadas a celebridades, que são muito acionadas em buscadores. Ou seja, ao digitar “Pamela Anderson nua”, o internauta dá de cara com os benefícios gerados pelo consumo responsável de analgésico.

Clique abaixo e confira a matéria publicada na INFO Online.
www.info.abril.com.br

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