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Storyselling: como elaborar histórias que geram oportunidades de venda?

Autor: Agência Orange Five | Publicado em: 16 de abr 2021

Se você não está familiarizado com o conceito de storyselling, preste atenção nessas informações. Afinal de contas, nos dias de hoje, atrair a atenção do cliente está cada vez mais difícil. As centenas de ferramentas tecnológicas disponíveis podem dar a falsa sensação de facilidade na dinâmica entre empresa e indivíduo.

Isso porque são tantos recursos em mãos que uma empresa pode se confundir e se atrapalhar com eles. Ter as ferramentas e não saber usá-las prejudica muito um processo de vendas. Dessa forma, as empresas precisam ter consciência das mudanças que os processos de vendas sofreram nos últimos tempos.

Antes, vender algo se resumia a informar aos clientes as características do produto, preços, qualidades e diferenciais em relação aos concorrentes. Mas uma mudança significativa está ocorrendo, justamente por conta dessa enorme variedade de ferramentas.

Atualmente, é preciso, de alguma forma, conectar a pessoa com a marca, criando mais um estímulo, baseado na emoção.

E a melhor forma de fazer isso é criar histórias que cativem o público, criando mais engajamento e humanizando a marca. É nisso que consiste o conceito de storyselling. Ele tem como principal objetivo atrair um público, criando um relacionamento saudável entre empresa e cliente. A seguir, vamos saber mais sobre esse conceito e como ele pode te ajudar nas vendas.

Simplificando as informações com storyselling

Alguns produtos apresentam informações muito técnicas, que são fundamentais para o cliente, mas, ao mesmo tempo, chatas. Assim, o storyselling precisa criar histórias criativas, inserindo essas informações e tornando-as mais atrativas.

Simplificando essas informações, a abordagem fica mais natural e o cliente vai perceber os benefícios do produto logo de cara. Em outras palavras, você pode utilizar essa ferramenta para dar um passo a mais em relação ao concorrente.

Quais os outros benefícios do Storyselling

Além de simplificar as informações, aproximar o cliente da marca traz inúmeras outras vantagens, entre elas:

  • Torna a marca parte da vida cotidiana do cliente;
  • Explica de forma prática o diferencial do produto;
  • Traz humanidade para a marca, mexendo com a emoção;
  • Além disso, torna a marca mais competitiva;
  • E, por fim, se a história for bem feita, sua empresa pode ostentar o título de visionária.

Qual a diferença entre Storyselling e Storytelling?

O storyselling vai mais além do que o storytelling. Além de contar uma história persuasiva, o storyselling dá um passo a frente, pois insere uma chamada para ação. Assim, essa chamada leva o cliente a adquirir o produto ou saber mais sobre a marca.

Então, esse conceito não é apenas a criação de uma história bem elaborada, ele precisa levar a pessoa a agir. E isso precisa ser feito com muito jogo de cintura, para não causar incômodo ou qualquer tipo de pressão no indivíduo.

Além do mais, o andamento da história necessita cativar o cliente por meio de respostas e não criando mais dúvidas. Ao final da história, já tem que existir uma confiança na marca. O futuro consumidor tem que ter em mente algo como “uau, esse produto foi feito para mim!”.

Criando uma história cativante

Criar uma história cativando não é tão simples assim, ainda mais quando o objetivo é exemplificar todas as características do produto.

Sendo assim, ao criar uma história, preste atenção aos seguintes elementos, pois eles são muito importantes na narrativa:

  • Personagens: a velha narrativa de mocinho e vilão pode ser utilizada, mas cuidado. O mocinho ou protagonista precisa ser sempre o consumidor do produto. Já o vilão, nesse caso, não pode ser uma pessoa, mas sim o problema que está atrapalhando a vida do consumidor;
  • Contexto: esse ponto precisa ser analisado de acordo com o público alvo da campanha. Após identificar como é a vida do público, a história vai focar nesse contexto, transportando elementos da vida real para dentro do enredo;
  • Desenrolar da história: é nesse momento que os conflitos começam a aparecer. Como o vilão não é uma pessoa, o conflito se dará na apresentação de um problema que só pode ser resolvido com o produto;

Conclusão/Final: após apresentar o problema, é preciso apresentar a solução e isso será a conclusão da história. Assim, nesse encerramento, é possível mostrar o valor do produto e mais detalhes do serviço.